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Lucinha Araújo

"Nosso momento, financeiramente falando, é bastante difícil, e essa doação veio em boa hora. O custo de manutenção de uma casa onde moram 22 crianças portadoras do HIV/Aids é muito elevado. Somos obrigados a manter quatro equipes de funcionários, uma fez que trabalhamos redondo, ou seja, não fechamos. Mas o resultado do trabalho é gratificante, hoje temos adolescentes já com 17 anos fazendo curso profissionalizante, é uma nova geração que está chegando disposta a lutar pelos seus direitos.”, explica Lucinha Araújo.

"O problema é que a Aids saiu de moda, as pessoas acham que a Aids é uma doença que basta tomar um remedinho e tudo bem, mas infelizmente não é bem assim. Apesar da grande conquista da medicina que proporciona qualidade e quantidade de vida aos pacientes, a convivência com a Aids é um problema sério e se não voltarmos a falar nela todos os dias, com a preocupação com que a imprensa, os meios de comunicação e a sociedade civil dispensavam a ela nos anos 90 vamos ter um recrudescimento da epidemia. Essa falta de espaço e visibilidade faz com que as doações estejam cada dia mais escassas e é claro os direitos autorais de Cazuza também vêm diminuindo, afinal ele não está mais entre nós há 19 anos."

A Sociedade Viva Cazuza - é uma instituição particular, com certificado de filantropia, título de Utilidade Pública Federal, Estadual e Municipal. Criada em 1990, pelos pais do cantor e compositor Cazuza, que faleceu naquele ano em consequência de complicações da Aids.

"Estamos fazendo diversas campanhas e a AjudaBrasil tem ajudado bastante. O trabalho é incrível e a dedicação nem se fala. Só temos que agradecer.

Lucinha Araújo - Desde 1990 está a frente da Sociedade Viva Cazuza, fundada logo após a morte de seu filho Cazuza, vítima da AIDS, naquele ano. Como presidente da Sociedade Viva Cazuza inaugurou em 1994 a primeira Casa de Apoio Pediátrico do Município do Rio de Janeiro, com capacidade para abrigar 25 crianças carentes em regime de internato. A qualidade do atendimento, reconhecido pelo Ministério da Saúde e pela Organização Municipal de Saúde, valeu um dos melhores índices de atendimento. Apenas dois óbitos desde 1994 até hoje.

  


Betty Gofman

A atriz Betty Gofman é uma das celebridades que integra a lista de personalidades que já aderiram à campanha da WSPA “Para mim os animais importam”. Atualmente ela participa do quadro “Cachorrada Vip” do programa do Faustão, na Rede Globo:

"Aceitei participar desse quadro principalmente para chamar a atenção das pessoas para o abandono, os maus-tratos e a necessidade de esterilização dos seus bichinhos para diminuir a quantidade de animais abandonados, que vem aumentando terrivelmente. A minha cachorrinha MENINA (Nina) já tem 8 anos. Está sendo bem cansativo pra ela, mas acho que está valendo à pena o esforço.", diz Betty.

"Para continuar minha batalha, preciso ficar o máximo no quadro. Eu e a Menina estamos fazendo a nossa parte, mas precisamos da ajuda de todos. Quando o quadro começa a passar na TV, aparece um telefone na tela da Globo para o telespectador votar no seu cachorrinho preferido. VOTEM NA MENINA. Esse voto, na verdade, vai para os bichinhos de rua, pois vou falar sempre sobre adoção. Peçam para os amigos e familiares votarem também. Contamos com a ajuda e o amor de todos, por mim, pela Menina e pelos bichinhos tão sofridos que vemos por aí, na maioria das vezes sem podermos fazer nada.", completa.

Betty Gofman - Atriz - Formação teatral, estudou no Tablado, com Maria Clara Machado, e na Casa de Artes de Laranjeiras (CAL). Integrou a companhia teatral de Bia Lessa e participou de vários festivais internacionais de teatro. Dirigida por Lessa, atuou na peça Orlando, baseada em romance de Virginia Woolf. A estréia no cinema foi em 1987, em Feliz Ano Velho, de Roberto Gervitz. Na televisão, participou de diversas telenovelas e minisséries, entre elas, Um Só Coração, da Rede Globo, onde interpretou a pintora Anita Malfatti. É irmã da também atriz Rosane Gofman.

  


Mauricio de Sousa

"Justamente por entender que se pode educar por meio das histórias em quadrinhos, decidi incrementar a Turma. Dorinha é deficiente visual. Paralaminha anda de cadeiras de rodas e Xaveco é filho de pais separados. Os integrantes, portadores de deficiência, devem ensinar muita coisa, principalmente na área do relacionamento humano. Já o Xaveco poderá, por exemplo, ser referência para alguma dúvida ou algum tipo de situação mal resolvida por um dos nossos pequenos leitores”, explica Mauricio de Sousa.

No processo de criação de suas histórias, Mauricio revela que determinados temas são tratados de forma velada, às vezes, na forma de fábulas, para que a revista não se torne pesada, carregada de cores fortes de realismo. “Esta não é a nossa proposta. Mas não podemos deixar de falar, nem que seja de maneira indireta, dos preconceitos, dos cuidados com o meio ambiente, do respeito aos idosos, dos cuidados com a saúde, etc”.

O Instituto Cultural Mauricio de Sousa - fundado pelo cartunista, visa levar a filosofia e a força da comunicação da "Turma da Mônica" para desenvolvimento de programas nas áreas de saúde, educação, meio ambiente e cultura.

Além disso, Mauricio está sempre envolvido em campanhas sociais, como em abril de 2009, quando se engajou em campanha de apoio às crianças com câncer. Além de desenvolver calçadeiras em parceria com a Sapataria Cometa, que naquele mês teve renda revertida para a Abrale (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia), ele participou da criação de um kit para pacientes, dentro do Projeto Dodói.

Para auxiliar no tratamento, as crianças contaram com bonecos dos personagens Mônica e Cebolinha vestidos de pacientes, além de gibis, passatempo e estojinho médico. O kit foi aplicado por uma equipe de profissionais, entre médicos, enfermeiros e psicólogos.

Mauricio de Sousa - Cartunista - Começou a desenhar cartazes e ilustrações para rádios e jornais de Mogi das Cruzes, onde viveu. Em 2007 Maurício de Sousa foi homenageado pela escola de samba Unidos do Peruche com o enredo "Com Mauricio de Sousa a Unidos do Peruche abre alas, abre livros, abre mentes e faz sonhar".

  


Paulo Coelho

“Qual é a grande pressão? A grande pressão é a decisão. Você tem que tomar decisões. Você não é uma pessoa solitária, mas você é solitário no momento em que você tem que dizer: vou fazer isso”, diz Paulo Coelho.

O Instituto Paulo Coelho – fundado pelo escritor e sua mulher, Christina Oiticica – é uma organização sem fins lucrativos, financiada exclusivamente com os direitos autorais recebidos por Paulo Coelho. Sua missão não é fazer caridade, mas sim oferecer apoio e oportunidades às comunidades desfavorecidas e excluídas da sociedade brasileira, especialmente crianças, idosos e deficientes mentais.

Neste momento, o Instituto Paulo Coelho apóia com ajuda financeira certas pessoas menos favorecidas de Terceira Idade, e é co-patrocinador do Solar Meninos de Luz (morro Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, Rio de Janeiro), que cuida de 430 crianças. "Em 1996, começamos com 80 crianças e conseguimos aumentar esse numero, mas não foi uma tarefa fácil", diz Paulo Coelho.

"Muito obrigado por qualquer apoio que você nos dê. Os agradeço por apoiar essas guerreiras, Isabella e Yolanda, e também as 430 crianças. Você realmente pode fazer toda a diferença. Com amor, Paulo".

Paulo Coelho - Escritor - Antes de dedicar-se inteiramente à literatura, trabalhou como diretor e ator de teatro, compositor e jornalista.

  


Viviane Senna

"Com tudo o que o país tem e é, é inaceitável que não possa dar certo. Temos mais de 500 anos não dando certo. Isso é responsabilidade nossa."

É fácil falar que ela faz porque é rica. Muitos têm dinheiro. É óbvio dizer que para ela tudo é mais simples, já que o sobrenome Senna é uma engenhosa chave mestra. É verdade, mas de nada vale um sobrenome sem um sonho.

O sonho, Instituto Ayrton Senna, é o que Ayrton lhe assoprou dois meses antes de morrer, mas que já era dela. É também uma angústia forte, intensa, que vem da certeza de que é possível mudar. No país, Viviane enxerga o potencial que vê nas crianças.

“Com tudo o que o país tem e é, é inaceitável que não possa dar certo. Temos mais de 500 anos não dando certo. Isso é responsabilidade nossa. Fomos uma elite irresponsável, focada nos próprios interesses, de costas para o Brasil, voltada para a Europa e para os EUA.”

O desavisado pode se surpreender: Viviane Senna não é uma dondoca. “Nunca tive tempo para ser”, diz. “Ter dinheiro não torna a coisa fácil, não significa nada. O governo, por exemplo, tem muito dinheiro. O problema é o que se faz com isso. Eu poderia sentar dez minutos por semana e assinar um monte de cheques, distribuí-los por instituições. Depois, iria passear no shopping, esquiar nos Alpes. Dez minutos. Mas não acredito que isso ajude.”

Os gestos delicados e os olhos expressivos (marejados quando falam de sonhos) revelam uma firmeza impressionante. Tudo em Viviane é refletido, é pensado, mas não é por falta de espontaneidade. Há nela uma necessidade de tomar as rédeas de tudo – pelo menos, do que é possível tomar.

Viviane Senna - Psicóloga, especializada na área junguiana e empreendedora, lidera o Instituto Ayrton Senna, fundado em 1994, cuja meta é melhorar o rendimento escolar.

  


Ana Moser

"Não sou melhor que ninguém, só ganhei visibilidade. Minha função como sortuda da história é dar a contrapartida a quem não teve tanta chance."

Ana Moser nasceu envolvida pelo esporte. Seguindo os exemplos do pai, jogador semiprofissional de futebol, e do tio, campeão de atletismo, basquete e vôlei, a menina catarinense já deu os primeiros passos como esportista aos sete anos.

Aos 16, saiu de casa e entrou em quadra para fazer história como jogadora de vôlei. Imbatível como atacante, foi eleita a melhor do mundo em 1990, no Mundial de Pequim. Com seu potente saque e suas rebatidas certeiras, ajudou a seleção a conquistar sua primeira medalha olímpica: a de bronze, em 1996. Fora das quadras, Ana demonstrou ter um caráter tão forte quanto seu saque, eleito o melhor das Olimpíadas de 1992, em Barcelona. Ao final da competição, ela se afastou da seleção para liderar um boicote contra o técnico Wadson de Lima, por discordar de seu trabalho. Voltou no ano seguinte, quando o comando passou para as mãos de Bernardinho.

Com o tempo, contusões a afastaram da rede, à qual deu adeus em novembro de 1999. Foi então que a idéia de devolver à sociedade um pouco do que o esporte lhe proporcionou começou a se aquecer.

O inconformismo com a desigualdade social e a falta de oportunidades para a população de baixa renda foi o que moveu um grupo de profissionais, liderados por ela, a fazer núcleos esportivos em bairros carentes de infra-estrutura, de olho no desenvolvimento de crianças e adolescentes.

“Aprendi com o esporte que cada um tem de dar seu máximo. Se tenho potencial e meu compromisso é dar 100%, tenho obrigação de render esse tanto. Assim é na vida: seu lugar é do seu tamanho”, diz a diretora-presidente do Instituto de Esporte & Educação (IEE).

Ana Moser - Ex-atleta de volei, casada, dois filhos, nasceu em Blumenau e defendeu a seleção brasileira de volei feminino por vários anos. Fundadora, em 2001, do Instituto Esporte & Educação (IEE), organizado em núcleos esportivos implantados em regiões carentes de 18 cidades brasileiras.

  


Eduardo Moscovis

“Existe um contraste muito grande entre a nossa estrutura e a realidade de uma parcela esmagadora da população."

Voluntário da Associação Saúde Criança Renascer, ele comparece periodicamente à pediatria do Hospital da Lagoa, onde a instituição possui uma sala de recreação para as crianças internadas. Além de brincar com elas, visita os quartos daquelas que não têm condições de se deslocar e participa das quatro festas realizadas pela ONG durante o ano no hospital. “Eu costumava visitar a Obra do Berço todos os sábados, junto com um grupo coordenado por um padre do colégio onde estudava. Na adolescência, eu me desvinculei e fiquei sentindo uma lacuna. Queria voltar a participar mais ativamente”.

Foi a paternidade que despertou no ator o desejo concreto de participar de atividades com crianças. “Existe um contraste muito grande entre a nossa estrutura e a realidade de uma parcela esmagadora da população. Já trouxe uma de minhas filhas aqui. Acho importante que ela saiba que existem hospitais e famílias carentes, e que podemos fazer alguma coisa, estar junto delas, trocar, dar carinho e assistência. O simples fato de demonstrarmos interesse é muito importante para essas pessoas”. Ao falar de sua experiência pessoal, acaba dando uma dica importante para quem pretende se engajar como voluntário. “O hospital e a sede da Associação Saúde Criança Renascer, no Parque Lage, ficam perto da minha casa; o acesso é rápido. Não adianta ter a intenção de ajudar e ir apenas uma vez por não conseguir manter a freqüência. Sempre que venho aqui saio feliz por ter ajudado”, diz.

Eduardo Moscovis, se dispõe a dedicar parte de seu tempo para exercer a cidadania ajudando o próximo.

Eduardo Moscovis - Ator cinematográfico (estréia em "A Casa de Açúcar", 1996), de teatro e TV (estréia em "Pedra sobre Pedra", 1992); destaca-se em telenovelas da Rede Globo.

  


Gabriel "O Pensador"

"Na mudança de postura a gente fica mais seguro, na mudança do presente a gente molda o futuro".

o Projeto “Pensando Junto”, que tem como padrinho o cantor Gabriel “o Pensador”, foi criado a partir da indignação do cantor, que de perto acompanhava o crescimento de jovens que faziam malabares em uma rua, em frente à comunidade da Rocinha no Rio de Janeiro.

O “Pensando Junto” envolve ações educativas e culturais voltadas às crianças e jovens da comunidade daquela região, proporcionando a seus participantes, acesso à cultura, educação, lazer, alimentação, acompanhamento médico, odontológico e psicológico.

O principal objetivo é integrar crianças e jovens à sociedade, através do acesso à educação, cultura, lazer, saúde, e assim criar e ampliar suas possibilidades de realização pessoal e social. Repensando seus valores e desenvolvendo sua auto-estima, podem encontrar o caminho para a conscientização de seu potencial para o sucesso na vida adulta.

Gabriel O Pensador - Um dos maiores nomes do rap brasileiro, Gabriel diferenciou-se de boa parte de seus pares, e chegou a ser por eles criticado por ser garoto branco de classe média alta. Mas desde o começo fez das letras de crítica social o seu cavalo de batalha, como convém ao melhor rap.

  


Isabel Fillardis

"Sempre tive vontade de participar melhor de atividades sociais. Já até participei de algumas doando minha imagem para conscientização em campanhas contra o câncer de mama, contra a aids infantil, o aleitamento materno, Ação Criança, entre outras. Muitas vezes doei do meu próprio bolso recursos para algumas instituições, mas nunca fiquei satisfeita, pois não pude dar continuidade a essas doações e por mais que eu doasse, elas sempre eram pontuais.

Sempre tive como ideal de vida "É dando que se recebe...". Acho que estamos no planeta Terra para evoluirmos e querer o bem, principalmente dos nossos semelhantes, tornando-nos felizes também."

- Isabel Fillardis, professora primária, modelo, atriz e cantora, fundou em 2003 a ONG "Doe seu Lixo", voltada para área socioambiental, e em 2006 "A Força do Bem" dedicada exclusivamente a promover auxílio a pessoas que necessitam de cuidados especiais, devido às deficiências: visuais, mentais, auditivas e/ou motoras, e não tenham condições para isso.

  


Jorginho

"No trabalho social não há adversários, somos todos parceiros.O AjudaBrasil faz parte disso. É uma iniciativa maravilhosa, proporcionando o encontro de quem precisa de ajuda com quem quer ajudar, de forma objetiva, rápida, fácil e organizada. Nós estamos no AjudaBrasil!

"O lateral direita, tetracampeão mundial de futebol, vai ajudar na divulgação da campanha beneficente oficial da Copa da Alemanha "6 Aldeias para 2006", lançada pela ONG Aldeias Infantis SOS e pela FIFA.

Além disso, junto com seu companheiro Bebeto, é fundador e participante do
Instituto Bola Pra Frente, que oferece atividades sócio-educativas para crianças de Guadalupe, comunidade de baixa renda da Zona Norte do Rio de Janeiro."



  


Luciano Huck

"Para mim as melhores idéias são aquelas simples, objetivas e certeiras.

O AjudaBrasil é isso. Uma idéia simples: usar a facilidade e o conforto da internet. Objetiva: fazer dela a ligação entre você que quer ajudar e alguém que precisa ser ajudado. Certeira: dar fôlego e fomentar ongs, instituições e projetos filantrópicos que precisam de ajuda.

E com um detalhe de suma importância, que deveria ser uma regra no Brasil, mas nem sempre o é: a transparência, a prestação de contas e a seriedade do projeto."

- Luciano Huck, idealizador do Instituto Criar, realizou o Leilão Beneficente Instituto Criar, no AjudaBrasil

  


Márcio Garcia

"O ator Márcio Garcia participou na Praia do Leme, Rio de Janeiro, de uma partida de Vôlei beneficente, juntamente com artistas e atletas do time Rexona-Ades, em prol do Criança Esperança. A iniciativa foi da bebida Ades, de bebidas a base de proteína vegetal e da equipe de vôlei também patrocinada pela marca.

O time de Márcio Garcia composto por sua mulher, Andréia Santa Rosa, a atriz Maria Maia e a jogadora Fernanda Venturini saiu vitorioso na disputa em set único com a equipe de Kadu Moliterno, Samara Felippo, Eri Johnson, Cássia Linhares e a atleta Leila.

A ação Filantrópica rendeu várias doações de material esportivo para o Espaço Criança Esperança da Comunidade Cantagalo-Pavão-Pavãozinho."

- Márcio Garcia é ator e apresentador.
  


Crédito: Mathias Coaracy
Maythe Birman

"Ajudar é difícil, principalmente ajudar em rede, em um país com dimensões continentais como o nosso. Tínhamos um problema que era conseguir concentrar desejo de participação em projetos de responsabilidade social em nossa rede de lojas em todo Brasil, pois todos consideravam que o beneficiário mais importante era o da sua cidade.

O AjudaBrasil solucionou nosso problema, permitindo que em uma só ação nacional, pudéssemos contribuir com importância em dinheiro para mais de 60 entidades em todo Brasil em um valor total de R$ 38.390,00 ( Trinta e oito mil, trezentos e noventa reais ). Esses números foram frutos do Bazzar Arezzo, uma ação onde à cada par de sapatos vendidos na loja, um real era destinado à instituição escolhida pelo lojista. Cada franqueado, no final do Bazzar , acessava o site e escolhia a entidade que desejava beneficiar.

O fato de que cada um dos 178 franqueados que participaram contribuíssem para a entidade que julgavam conveniente, certamente, foi motivador para que em próximas ações os resultados sejam ainda melhores!"

- A empresária Maythe Birman, dona da rede de calçados Arezzo, realizou o Bazzar Arezzo, uma promoção em benefício de entidades cadastradas no AJudaBrasil

  


Michel Saad

"Estamos em tempos onde a "corrida" para se chegar a algum lugar se tornou praticamente uma obsessão que nos faz colocar todo nosso esforço e tempo atrás de um objetivo que nem sempre sabemos qual é. Essa tal "corrida" tem tornado as pessoas cada vez mais competitivas, o que é compreensível, pois é da natureza do ser humano se expandir e se impor.

Porém, vejo que este ambiente tem modificado aos poucos a essência das pessoas. O caráter, os valores, os prazeres, os deveres e principalmente as atitudes... Quando fazemos algo para nós exclusivamente, fazemos o óbvio, o mais fácil, o mais egoísta. Por isso, é preciso parar, pelo menos por um minuto, e olhar em volta para enxergar os outros e principalmente aqueles que estão passando por um momento difícil.

O AjudaBrasil funciona como um "passaporte" para a sociedade. É como se fosse uma viagem a um lugar novo onde damos um pouco de nosso tempo para ter uma boa idéia e ajudar alguém que precisa. Este "passaporte" é como uma dica de mãe que nos dá a pista por onde começar, porém deixa o trabalho a nosso cargo. No começo é mais difícil e toma tempo como todas as atividades, porém o prazer de fazer algo útil surge com nosso envolvimento.

Tive a idéia de fazer algo atráves do AB quando li no site Glamurama algumas ações que estavam sendo feitas e tive a idéia de associar meu trabalho a uma ação beneficente. Logicamente, como sócio de uma boite, (a Disco em São Paulo), resolvi organizar uma festa onde envolveria um grupo de pessoas que ao mesmo tempo ajudaria uma instituição e também conheceria como funciona o AB para estimular outras ações.

O evento começou com uma idéia numa tarde de terça-feira na frente do computador e acabou envolvendo dezenas de pessoas que deram uma parcela de seu tempo e ajudaram muito na organização. A associação Viva e Deixe Viver foi a escolhida para ser ajudada e recebeu 4 sacos enormes com livros infantis, material de desenho e lazer doados pelos convidados do evento para o auxílio na recuperação de crianças hospitalizadas. A festa foi incrível, vimos um show da banda RPM que o fez sem custo algum e conseguimos reunir mais de 500 pessoas que se divertiram bastante.

Coincidentemente, quando o AB me pediu este depoimento, estava na linha com a Marta do Viva e Deixe Viver, para saber como o material arrecadado havia ajudado... e foi muito prazeroso ouvir que várias crianças já estavam se divertindo. Recomendo a todos pararem por um minuto de “correr” e entrarem no AB. Quem sabe não surge uma idéia legal?!"

- O empresário Michel Saad, sócio da boate Disco, em São Paulo, realizou uma grande festa beneficente em prol da entidade Viva e Deixe Viver, escolhida através do AjudaBrasil

  


Irmãos Campana

“Ajudar melhora a auto-estima do nosso povo e reduz a defasagem social que vivemos hoje.”

- Os designers irmãos Campana criaram objetos exclusivos para serem leiloados em prol da entidade WWF, escolhida através do AjudaBrasil